Escritor, jornalista e defensor das causas do meio ambiente e da acessibilidade para pessoas com deficiência, Antonio Henrique Peixoto de Almeida escreve para despertar consciência e resgatar o prazer pela leitura. Suas obras unem poesia, crítica e afeto — com histórias que atravessam o tempo e tocam o essencial.
Escrever é libertar-se e, acima de tudo, gerar políticas públicas. Bons os tempos antigos que os poetas satíricos invadiam as ruas e recitavam poesias, com o humilde objetivo de lutar por suas causas. Hoje, vivemos uma era que a literatura tem muita informação e pouca identidade. Precisamos retornar aos primórdios dos tempos mais antigos, para reviver aquilo que foi perdido com o passar dos séculos.
Precisamos escrever com a alma e não apenas com a matéria, pois ela está condicionada a criar esteriótipos diversos.
Ora, pois! Nós consumimos o tempo inteiro informação e é necessário se desprender disso. Não tenha medo de escrever, mesmo que a escrita seja imperfeita, o mundo precisa do seu conhecimento e da sua virtude.
Além de A Fauna Inexplorada, o autor prepara novas obras que exploram o poder dos sentimentos e os limites da alma humana.
Clique nas capas e conheça o universo poético e reflexivo de seus próximos lançamentos.
Escreva ao autor, compartilhe suas impressões ou sentimentos sobre os livros lançados. Através desse contato também é possível agendar palestras e eventos.
O poetismo, estilo literário criado no dia cinco de novembro de 2001, tem o objetivo de quebrar com todas as regras de métricas, estrofes, versos e gerar novas e diferentes estruturas de leitura.
O princípio básico que o difere dos outros gêneros literários visa tornar a leitura mais leve possível, de modo que não sinta as páginas passarem. Isso só é possível através de estruturas simples, de forma que não ocupem as páginas do livro de ponta a ponta.
As palavras são livres para escolher o rumo que quiserem.
Inspiração é como se fosse uma força invisível em que as palavras são capturadas no ar, como se fossem sintonias de rádio invisíveis. Se inspirar é algo de outro mundo, é como se existisse algo que não está presente na materialidade e nunca jamais será escrita racionalmente e de forma materialista. Não é a criação de uma ideia própria, mas de algo que vem naturalmente conduz o escritor a redigir.
Inspirar-se é algo tão natural que pode vir em um ano, ou, esperar cerca de 20 anos para surgir. Ela ocorre no tempo de Deus, por isso não apresse uma obra que está em andamento. Somente o tempo divino, poderá determinar se a sua obra estará pronta.
Deixe-se libertar e quando ela vier não hesite em estar na rua, no ônibus, em algum lugar difícil e sempre tenha um papel e caneta em mãos ou até mesmo um celular. Escreva porque aquela mensagem dificilmente retornará, capte as ondas de rádio divinas e traga a tona essa mensagem enviada dos céus.
A conclusão definitiva de um livro envolve tempo, dedicação, paciência e principalmente inspiração. Não há previsão de lançamento dos próximos livros. Fazer um livro em 15 dias ou um mês é praticamente impossível, tendo em vista a necessidade de moldar linha por linha e analisar detalhadamente cada palavra e página da história.
O autor realiza palestras online e presenciais e ela pode ser solicitada através do e-mail [email protected].
Sim e atualmente a temática principal é a preservação do meio ambiente.
Ainda em processo de criação, o livro “Quem disse que sentimentos são abstratos?” é totalmente poético e tem a difícil missão de descrever diversos sentimentos que transcendem nossa vida.
Faz parte desse livro a primeira poesia feita pelo autor, com apenas nove anos de idade, quando ainda era aluno da antiga escola IEJ (Instituto Educacional da Juventude) chamada “O mundo de deus”. Publicada na antologia literária da editora Litteris, no ano de 2005, a poesia “A vida” mostra a realidade dura e indiscutível que é viver.
O livro “Relatos de suicidas”, ainda em processo de criação, conta a história de um poeta chamado Libório de Albuquerque que tira a própria vida e ao adentrar no umbral, em zonas abissais e totalmente inferiores, lutará por sua sobrevivência.
Na segunda parte, há diversos relatos de almas em sofrimento e muitas dessas poesias trazem mensagens de conscientização sobre os prejuízos causados pelo apego a materialidade.